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11.01.2010 às 21:30:56
Por Fernando Coelho
Atitude é fundamental para a promoção de mudanças e para gerar mudanças positivas é preciso acreditar!!! O Vt de apresentação do novo slogan da concessionária ficou muito bom e mostra bem o que especialistas em gestão apontam para conseguir positivar qualquer desejo que seja em nossas vidas, trazer isso para a realidade da concessionária foi excepcional. Ta muito bom!
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12.01.2010 às 11:45:28
Por Rodrigo Sousa
Bem legal e envolvente o VT. Acho que a mudança foi feliz, vamos ver como vai ser a continuidade. E como vai se coportar com ofertas e tal.
PS. Será que o “um amigo” viu o post e o VT?
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21.01.2010 às 13:15:17
Por Um amigo
Primeiramente queria dizer que fico feliz por causar polêmica, é sinal de que onde há fumaça, há fogo.
Então meu caro, não só vi como percebi que a campanha acredito é uma chupada (referência enfeitada" de uma das campanhas da Apple da década de 80. Mas fazer o quê né!? É a tal evolução e superação qua a agência vende.
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21.01.2010 às 21:56:13
Por Roberto Forjaz
Primeiramente, a gente é que fica feliz em ser referência de pessoas e profissionais com tanto senso crítico, como Fernando, Rodrigo, Cássia, Pablo, Marcelo, Renato, Camila, o “Amigo”, entre muitos outros que fazem 3.000 visitas por mês aqui no site.
Segundo, grandes histórias, cenas, livros, quadros, músicas, personagens, you tube, cenários, versos, são referências para a criação, não só publicitária. São fórmulas consagradas, que podem ser redirecionadas para milhares de usos em várias áreas – o chamado ready-made. O cartaz do filme E.T. é um remake da pintura da Capela Sistina, de Michelângelo. Dan Brown usou histórias e documentações para escrever “O Código da Vinci”. Nizan Guanaes usou uma sessão de fotos publicada de Tom Arma para criar a famosa campanha dos bichinhos. A Apple - e mais centenas de clientes, desde os anos 60 - já usaram histórias de grandes personagens em campanhas. Adequação e pertinência, Amigo: a campanha Dalcar fala de superação, então usamos histórias de superação. Nada de extremamente excepcional, mas também nada que possa ser simploriamente chamado de “chupada”. Agora, você já viu campanha de concessionária, aqui no Maranhão, com esse apelo, essa temática, essa linha gráfica?
Mas ok, a proposta do blog é justamente essa: a troca de experiências, o debate, a crítica, as citações, as referências. É claro que ficaria muito mais bonito se todo mundo mostrasse a cara, assim como nós aqui. Tanto que jamais deletamos qualquer comentário. Tanto que alunos e colegas de profissão já postaram críticas. Mas entendo que tem gente que é mais recatada, insegura, ou às vezes receosa de se comprometer. Amigo, faça como Lennon, Einstein, Dumont, Dalcar e a Phocus: acredite nas suas posições, mas de peito aberto e cara à mostra.
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22.01.2010 às 11:35:08
Por Jefferson Nogueira
Olá a todos!
A muito não entrava neste "mini" portal da propaganda (visto que não trata apenas da atividade da agência).
Depois que um amigo meu me falou (não o "amigo" que postou acima) sobre a campanha da Dalcar, resolvi entrar p ver e acompanhar os posts - detalhe: só vi aqui pq ultimamente quase não tenho visto a TV aberta.
Realmente a agência (atend. criaç. edição) estão de parabéns pela campanha, enfim, ela é bem melhor que a anterior (na minha visão profissional e pessoal). A plasticidade desta atual supera tudo ou quase tudo que eu tenha visto no MA em se tratando de D.arte/produção/edição. Assim tb foi a campanha dos 50 anos do jornal O Estado.
Agora, na linha advogado do diabo, é o seguinte: Não enxergo esta campanha como chupada, mas sim se utilizando de referências comuns a muitas outras campanhas, assim como qualquer outro grande anúncio ou VT de grandes agências pelo mundo a fora. Isso em propaganda é normal e saudável, sempre foi/é/será assim! Contudo e por isso, achei equivocado o texto do Daniel sobre os "anúncios de final de ano", pois eles bebem nessa mesma fonte de referências, clichês, ícones etc, porém em sua maioria, sem a qualidade técnica de uma campanha de um cliente de proporção nacional.
P.S.: Cuidem bem da Camilinha, senão a gente aqui da Gajo toma de volta rsrsrs
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22.01.2010 às 12:36:40
Por Daniel Caracas
Obrigado pela participação Jefferson. Quanto ao polêmico post do Natal (rsrsrs!): é que essa época do ano é bem mais "esteriotipada" do que qualquer outra. Por isso que comentei que, nessa época, saltam mais aos olhos algumas referências. Muito mesmo. Mas de qualquer forma é válido o comentário. E parabéns pelo trabalho da Gajo, uma agência nova, mas que já bem emplacando trabalhos bacanas, em especial a direção de arte de algumas peças que tenho visto. Abraços.
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25.01.2010 às 11:53:52
Por Danilo Blume
Deixando um pouco as polêmicas de lado, acrescento algumas informações atualizadas do Detran para o post: se o número de 9.000 unidades já impressiona, o valor confirmado de carros vendidos no total do ano supera a marca de 10.000 unidades. O Grupo foi o único que conseguiu vender cerca de 1.400 carros em um mês e mais de 1.000 carros em 10 dias. Aí você pode se perguntar: cadê os carros da campanha? Não deu pra usar porque venderam tudo. Daí a gente achou melhor colocar o Jonh Lennon, o Einstein, o Santos Dumont e companhia. Certo, agora podemos voltar ao comentário polêmico: mesmo não conhecendo a campanha a que o nosso "amigo" se refere, sei que os teóricos da Análise do Discurso, como Bakhtin e Authier-Revuz, muito falam sobre a Intertextualidade, a Heterogeneidade Constitutiva e a Polifonia presente nos discursos. Nosso acervo cultural se mistura e forma algo novo, com referências diluídas como os ingredientes indissociáveis de um bolo recém-saído do forno. Isso é bem diferente de plágio. Se essa campanha conseguir gerar uma polêmica que se estenda às conversas dos bares, festas e intervalos do cotidiano, acho que nosso trabalho cumpriu seu papel. Independente de qualquer coisa, seja com propaganda de um jeito ou de outro, nosso cliente-anunciante vende carro pra caramba e esse é o real valor do nosso trabalho. É isso. Abraço a todos.
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25.01.2010 às 13:08:22
Por Um amigo
Ãnh!?
Acho que você quer o lugar do Conselheiro, não?
Quanta balela. Já estava até me convencendo que estava errado, mas ai vem um intelectualóide e fala asneira. Vai lá meu filho, to jura!?
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25.01.2010 às 20:43:37
Por Rodrigo Sousa
Ihh, o "Amigo" baixou o nível hem? Que contraste com as colocações de Forjaz, Daniel, DAnilo e Jeferson (detalhe: todas assinadas ). Afff....arruma um estágio pro amigo da onça que acho que é isso que ele tá querendo. E dá-le band-aid no cotovelo dele!
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25.01.2010 às 19:26:05
Por Um amigo
Ãnh!?
Aprende como se faz uma discussão render! quer ver?
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25.01.2010 às 21:42:13
Por Quase Véio
duvido bicho...quero ver.
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26.01.2010 às 00:58:41
Por Daniel Caracas
Bem "amigo", realmente acho que essa não é maneira de debater o assunto. Com certeza você não representa em nada uma galera muito cabeça boa que está brotando na propaganda do Maranhão. Esse tipo de pensamento ("fazer discussão render") só mostra imaturidade; não uma virtude. Estamos à alguns posts tentando manter o debate saudável, mas isso não é recíproco. Nunca, até então, deletamos nenhum comentário - positivo ou negativo. Mas creio que abaixar o nível do diálogo não condiz com a qualidade dos profissionais que aqui falam (não só da Phocus). Faço a seguinte proposta: se você não aprecia o trabalho da Phocus ou um bom e agradável debate de alto-nível que não perca seus preciosos minutos acessando nosso site tão assiduamente. Senão, mantenha um debate de nível razoável. Quanto ao estágio, nem pensar. Rs! Você é um "anônimo" já conhecido pela Phocus.
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26.01.2010 às 01:55:32
Por Eduardo
Independente dos comentários acima, deixo minha opnião a respeito da referida propaganda, colocando que realmente é inquestionável o retorno que ela trouxe ao cliente... Entretanto acho que ela (e as próximas) poderia abordar novos conceitos em termos de criatividade e originalidade, não desmerecendo o trabalho de vocês, mas acredito que nosso estado em termos de propaganda necessita realmente de algo excepcional e no mínimo novo, em todos os aspectos.
Obrigado pelo espaço.
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26.01.2010 às 10:39:32
Por Um amigo
Não disse! E vai continuar.
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26.01.2010 às 13:04:22
Por Dr. Fabiano
Curti muito o VT e acredito que a galera da Phocus se apropriou muito bem de ótimas referências (visuais e bibliográficas) para criar um comercial atraente de se assistir. E isso, "Um amigo", é característica intrínseca da boa e velha propaganda.
Mãããããs, como o mote "Eu acredito" é bem genérico e abstrato, a mesma idéia poderia servir também para, por exemplo, uma faculdade, não concordam? Basta trocar o anunciante e pronto: temos um mesmo conceito, usado para segmentos diferentes.
E isso é ruim? Acredito que não. Afinal, às vezes não dá pra fugir de certas fórmulas no dia-a-dia das nossas agências. :)
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26.01.2010 às 15:34:40
Por Fernando de Mello Spotti
"Eu acredito" é bem genérico? É. Concordo que poderia ser utilizado para, por exemplo, uma faculdade. Mas nesse caso o conceito vai um pouco além do que se vê. Pense na marca, no produto e no cenário do mercado atual. Com certeza você vai encaixar o "Eu acredito" em cada item analisado. Não por mera coincidência ou por se tratar de um conceito abstrato. Se um mote genérico pode caber perfeitamente à proposta do cliente, já deixa de ser tão genérico.
Obrigado por participar do debate e, mais do que tudo, por se identificar, Dr. Fabiano.
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26.01.2010 às 17:56:17
Por Danilo Blume
Esse post virou um grande debate, agora saudável com o comentário do Fabiano. O slogan "Eu acredito" possui várias abordagens, a idéia é explorá-lo de diferentes formas a longo prazo. Em primeira mão a gente pode adiantar pra vocês que o "Eu acredito" além de possuir esse cunho aspiracional, que inclusive gera uma campanha de endomarketing junto aos funcionários e vendedores, ele também tocará na esfera da "credibilidade" do mercado de autos no Maranhão. Ou seja, o "Dalcar. Eu acredito." pede um próximo passo de comunicação para que a gente possa adotar uma abordagem mais agressiva em um momento oportuno e mostrar que se é Dalcar, então eu acredito, enquanto tem concessionária em que não dá pra acreditar. Seria um segundo sentido do slogan, e que ainda rende mais. É o que eu acredito. Abs.
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26.01.2010 às 18:57:14
Por Dr. Fabiano
Fala, criativos.
Bem, eu queria só complementar meu raciocínio em relação ao comentário que fiz. Quando disse que o mote "Eu acredito" é genérico e abstrato, de forma alguma quis dizer que não fosse adequado: ao contexto e às necessidades do cliente. Pelo contrário. Concordo, sim, contigo Fernando: um comercial com um conceito amplo como esse consegue adquirir tons próprios e específicos para o anunciante, no caso a Dalcar. O dedutivo leva ao indutivo e a gente passa a olhar a marca com mais empatia. Pelo que o Danilo já adiantou aí em cima, acredito que o mote "Eu acredito" ainda vai dar muito o que falar por ai. E isso não será mera questão de redundância. :>)//
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27.01.2010 às 16:15:15
Por Cássia Silva
E eu estava faltando nesse post...Mas como diria um bom amigo meu (q não é o amigo)..
Na publicidade nada se cria...
Nada se copia...
Tudo se adequa...rsrsr
Bjx
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23.02.2010 às 12:06:52
Por Eduardo Martins
Acreditar é mais que um conceito, é um compromisso que temos como seres humanos que buscam melhores condições. Viemos de uma crise que abalou o mercado de anunciantes e tal qual a Abap também fez, sempre é válido mostrar que existe uma engrenagem por trás desse mercado. E tudo às vezes pode ser resumido em uma coisa: acreditar.
Parabéns ao trabalho da equipe e acreditem sempre: assim construíremos um mercado cada vez mais talentoso.